Domingo, Abril 29, 2007

Let's talk about Work!

Convenhamos, o msn virou algo quase tão comum como ter um telefone, ou estar no orkut. É comum eu usar essa ferramenta no meu trabalho, pra me comunicar com colegas, estejam eles em outro país, estado, cidade, ou até mesmo sentado na mesa ao lado. Mas o msn é muito mais impessoal do que o telefone, pois fora os milhares de "smiles" que se tem por aí, não existe sentimento nas palavras. Isso torna a comunicação fria e eu acho que é nisso que as pessoas da minha geração estão se tornando: Pessoas frias.

O que aconteceu com o papo cara a cara? Não se tem tempo a "gastar" com ele, ou é algo que fora superstimado, e só os bons o merecem ter?

Não sei quanto à vocês meu caros colegas, mas eu venho a muito tempo tentando levar um bom papo com algumas poucas, porém importantes pessoas na minha vida, mas esse desejo parece cada vez mais distante de se realizar. Todos muito opcupados com seus trabalhos, freelas, cursos, família, cachorro, papagaio... E conversar? "Ahhh... usa o msn... é mais prático!"

"I Quit!" Desisto de tentar arrastar meus colegas pra um barzinho bacana, tomar uma cervejinha e filosofar sobre a vida e profissão. "If you want something done right, do it yourself!" Me baseando nisso, e tendo o 1º de Maio como inspiração, vou tentar expor aqui algumas questões. Gostaria de comentários. Muitos comentários! Pois já que não vamos ao bar, BYOB.

- O que é o sucesso profissional? É fazer aquilo que vc ama, ou aquilo que te dá mais grana?
Ha quem consiga unir os dois, mas esses eu os invejo. Acredito também, que mudar de profissão por menos grana nem sempre é dar um passo para trás. Lá na frente você pode perceber que foram dois à frente. Mais ainda assim conitnuo com a questão: amor, ou dinheiro?

- Carreira. E se o fulano que é designer gráfico naquela agência passar os próximos 30 anos da vida dele fazendo layout? Ele será considerado um fracassado? Mas e se isso for o que ele ama fazer? A dúvida é: trabalhar na produção, é menos nobre do que ser um diretor ou executivo de contas por exemplo? É aceitável que ele receba não muito mais do que um "junior"que faz as mesmas pequenas mágicas na frente de um computador, mas que não possui nem 1/4 de experiência e repertório que ele?

- Reconhecimento. Criticas dão valor ao trabalho, sejam elas boas ou más. Afinal, o que seria do artista e de sua obra, sem o seu público? Se ninguém comenta seu trabalho é porque das duas, uma: Ou você não criou algo notável, ou não entenderam. Quando alguém diz que uma criação não deve ser explicada, pois se assim for é porque não está boa, eu discordo totalmente. Uma coisa é explicar "o que é" e outra coisa é explicar o "como é". Mostrar aos outros o conceito, a idéia, o porque de todas as coisas, é agregar valor àquilo. Tem gente que cria e depois não consegue explicar. E aí, o que diferencia esse profissional do outro? Fazer algo apenas bonitinho e sem conceito é pior do que fazer algo normal, mas com um conceito? Como fazer o seu cliente, o seu chefe ou colegas reconhecerem e valorizar isso? Existe um valor pra isso? Existe um valor para o trabalho conceitual, se o cliente nem sabe, muito menos pediu isso?

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Terça-feira, Abril 24, 2007

Cake Art


Verdadeiras (e saborosas) esculturas russas.
É tudo comestível, não são usados plásticos, papéis ou qualquer material que não seja farinha, açúcar, ovos e corantes naturais. Veja a galeria completa aqui.

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Quarta-feira, Abril 18, 2007

Outdoors e Energia Solar


Em meio a muvuca de opiniões sobre o "Cidade Limpa" e o despejo de informações sobre o aquecimento global, (Ontem deu nas notícias do elevador: "Alemanha diz que aquecimento global é irreversível" como assim eles passam uma notícia dessas no elevador???) Um cara chamado Tony de Marco fez um set no seu Flickr com fotos dos outdoors da cidade de São Paulo pós-cidade limpa. O interessante foi ver os comentários, a maioria de fora do Brasil. Um de Berlim que elogiou a ação e lamentou o país dele não ter uma posição assim "tão pra frente" como o nosso (!)

Outro comentário interessantíssimo foi a sugestão de se implantar aqueles painéis solares para produção de energia solar nos lugares dos outdoors. Seria bastante útil, mas ao mesmo tempo bastante estranho. Como se vê pelas fotos do Tony, os outdoors vazios deram um ar estranho, como houvesse uma grande repressão e censura sob a cidade, ou como se um tsunami tivesse passado e levado os outdoors embora.

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Sexta-feira, Abril 13, 2007

Mica lança concurso para criação de cartão postal

Vencedor concorrerá em Cannes

A Mica lança concurso para criação de um postal que concorrerá em Cannes. A empresa, desde 2004 faz parte do International Freecards Alliance – IFA, representa o Brasil junto às principais empresas de mídia cards do mundo.

O desafio lançado pela empresa é a criação de um postal sobre o tema “Preserving our Home Planet” (proteção ambiental, luta contra a discriminação, proteção a crianças, grandes causas e saúde pública). No verso, deve haver a frase: “Preserving our Home Planet” - IFA supporting the exibition and the ACT Initiative (com os logos da ACT e IFA). O prazo máximo para entrega do arquivo digital é dia 25 de abril de 2007. O postal selecionado terá, a princípio, cinco mil impressões para apresentação no Festival Internacional. Se premiado, mais 100 mil postais serão distribuídos pelo mundo.

*Fonte: Meio e Mensagem

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Segunda-feira, Abril 09, 2007

A Idéia

Histórinha bem real, e engraçada. Quem nunca passou por isso?




Surrupiado do Midionauta :D

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Quinta-feira, Abril 05, 2007

Museu da Propaganda

Recordar é viver! Não sei quem inventou essa frase, mas ela é verdadeira, e dá pra sentir um pouquinho disso no Museu da Propaganda no You Tube, um grupo com mais de 50 comerciais de TV antigos.

Dica do blog Propaganda e Marketing :)

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Quarta-feira, Abril 04, 2007

Museum Plagiarum


Alemanha inaugura Museu do Plágio

O site da BusinessWeek tem um slideshow com vários produtos e suas cópias. Na imagem, o primeiro prêmio do Museum Plagiarium: a garrafa térmica 'Sophie', feita pela firma alemã Alfi (esquerda), e sua cópia chinesa, feita pela He Shan Jia Hui. A fabricante chinesa chegou ao limite de copiar o logotipo, mudando o nome 'Alfi' para 'Albi'. Estima-se que as falsificações representem 7% do comércio mundial, causando perdas globais de US$ 500 bilhões anuais.

Fonte: O Estilete

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