Let's talk about Work!
Convenhamos, o msn virou algo quase tão comum como ter um telefone, ou estar no orkut. É comum eu usar essa ferramenta no meu trabalho, pra me comunicar com colegas, estejam eles em outro país, estado, cidade, ou até mesmo sentado na mesa ao lado. Mas o msn é muito mais impessoal do que o telefone, pois fora os milhares de "smiles" que se tem por aí, não existe sentimento nas palavras. Isso torna a comunicação fria e eu acho que é nisso que as pessoas da minha geração estão se tornando: Pessoas frias.
O que aconteceu com o papo cara a cara? Não se tem tempo a "gastar" com ele, ou é algo que fora superstimado, e só os bons o merecem ter?
Não sei quanto à vocês meu caros colegas, mas eu venho a muito tempo tentando levar um bom papo com algumas poucas, porém importantes pessoas na minha vida, mas esse desejo parece cada vez mais distante de se realizar. Todos muito opcupados com seus trabalhos, freelas, cursos, família, cachorro, papagaio... E conversar? "Ahhh... usa o msn... é mais prático!"
"I Quit!" Desisto de tentar arrastar meus colegas pra um barzinho bacana, tomar uma cervejinha e filosofar sobre a vida e profissão. "If you want something done right, do it yourself!" Me baseando nisso, e tendo o 1º de Maio como inspiração, vou tentar expor aqui algumas questões. Gostaria de comentários. Muitos comentários! Pois já que não vamos ao bar, BYOB.
- O que é o sucesso profissional? É fazer aquilo que vc ama, ou aquilo que te dá mais grana?
Ha quem consiga unir os dois, mas esses eu os invejo. Acredito também, que mudar de profissão por menos grana nem sempre é dar um passo para trás. Lá na frente você pode perceber que foram dois à frente. Mais ainda assim conitnuo com a questão: amor, ou dinheiro?
- Carreira. E se o fulano que é designer gráfico naquela agência passar os próximos 30 anos da vida dele fazendo layout? Ele será considerado um fracassado? Mas e se isso for o que ele ama fazer? A dúvida é: trabalhar na produção, é menos nobre do que ser um diretor ou executivo de contas por exemplo? É aceitável que ele receba não muito mais do que um "junior"que faz as mesmas pequenas mágicas na frente de um computador, mas que não possui nem 1/4 de experiência e repertório que ele?
- Reconhecimento. Criticas dão valor ao trabalho, sejam elas boas ou más. Afinal, o que seria do artista e de sua obra, sem o seu público? Se ninguém comenta seu trabalho é porque das duas, uma: Ou você não criou algo notável, ou não entenderam. Quando alguém diz que uma criação não deve ser explicada, pois se assim for é porque não está boa, eu discordo totalmente. Uma coisa é explicar "o que é" e outra coisa é explicar o "como é". Mostrar aos outros o conceito, a idéia, o porque de todas as coisas, é agregar valor àquilo. Tem gente que cria e depois não consegue explicar. E aí, o que diferencia esse profissional do outro? Fazer algo apenas bonitinho e sem conceito é pior do que fazer algo normal, mas com um conceito? Como fazer o seu cliente, o seu chefe ou colegas reconhecerem e valorizar isso? Existe um valor pra isso? Existe um valor para o trabalho conceitual, se o cliente nem sabe, muito menos pediu isso?
O que aconteceu com o papo cara a cara? Não se tem tempo a "gastar" com ele, ou é algo que fora superstimado, e só os bons o merecem ter?
Não sei quanto à vocês meu caros colegas, mas eu venho a muito tempo tentando levar um bom papo com algumas poucas, porém importantes pessoas na minha vida, mas esse desejo parece cada vez mais distante de se realizar. Todos muito opcupados com seus trabalhos, freelas, cursos, família, cachorro, papagaio... E conversar? "Ahhh... usa o msn... é mais prático!"
"I Quit!" Desisto de tentar arrastar meus colegas pra um barzinho bacana, tomar uma cervejinha e filosofar sobre a vida e profissão. "If you want something done right, do it yourself!" Me baseando nisso, e tendo o 1º de Maio como inspiração, vou tentar expor aqui algumas questões. Gostaria de comentários. Muitos comentários! Pois já que não vamos ao bar, BYOB.
- O que é o sucesso profissional? É fazer aquilo que vc ama, ou aquilo que te dá mais grana?
Ha quem consiga unir os dois, mas esses eu os invejo. Acredito também, que mudar de profissão por menos grana nem sempre é dar um passo para trás. Lá na frente você pode perceber que foram dois à frente. Mais ainda assim conitnuo com a questão: amor, ou dinheiro?
- Carreira. E se o fulano que é designer gráfico naquela agência passar os próximos 30 anos da vida dele fazendo layout? Ele será considerado um fracassado? Mas e se isso for o que ele ama fazer? A dúvida é: trabalhar na produção, é menos nobre do que ser um diretor ou executivo de contas por exemplo? É aceitável que ele receba não muito mais do que um "junior"que faz as mesmas pequenas mágicas na frente de um computador, mas que não possui nem 1/4 de experiência e repertório que ele?
- Reconhecimento. Criticas dão valor ao trabalho, sejam elas boas ou más. Afinal, o que seria do artista e de sua obra, sem o seu público? Se ninguém comenta seu trabalho é porque das duas, uma: Ou você não criou algo notável, ou não entenderam. Quando alguém diz que uma criação não deve ser explicada, pois se assim for é porque não está boa, eu discordo totalmente. Uma coisa é explicar "o que é" e outra coisa é explicar o "como é". Mostrar aos outros o conceito, a idéia, o porque de todas as coisas, é agregar valor àquilo. Tem gente que cria e depois não consegue explicar. E aí, o que diferencia esse profissional do outro? Fazer algo apenas bonitinho e sem conceito é pior do que fazer algo normal, mas com um conceito? Como fazer o seu cliente, o seu chefe ou colegas reconhecerem e valorizar isso? Existe um valor pra isso? Existe um valor para o trabalho conceitual, se o cliente nem sabe, muito menos pediu isso?
Marcadores: carreira, criação, profissão, reconhecimento, sucesso, valor